Projeto de programa eleitoral aprovado por unanimidade







"O PS já fez isso nas eleições primárias, com a participação de não militantes no ato eleitoral que escolheu o nosso candidato a primeiro-ministro, e agora abriu a preparação do programa eleitoral a todos os cidadãos portugueses, incluindo até pessoas de outros partidos que pretendam dar contributos", referiu.


"Qualquer divergência ou voto contrário é encarado com naturalidade", respondeu o ex-secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.


"Com o contrato único, a coberto da tentativa de reduzir a precariedade, pode estar a facilitar-se o despedimento. Isto colocaria toda a gente numa maior precariedade", alegou.


"Na TSU não estão claras as formas de financiamento da Segurança Social, o que poderá reduzir a prazo as pensões", advertiu o dirigente sindical da UGT.


"Essas [TSU e contrato único de trabalho] são questões desafiantes, das quais pode depender a oportunidade de o PS ter uma política diferente. O PS tem de saber exatamente como as pode concretizar. Mas uma coisa é certa: Já está provado como que podemos ter uma política diferente face à do atual Governo", acrescentou.