O candidato às primárias do PS António Costa afirmou esta segunda-feira, em Coimbra, que quem não assume a história do partido «em toda a sua integralidade, não está em condições» para o liderar.

«Temos de assumir toda a nossa história em toda a sua plenitude», defendeu o candidato a secretário-geral socialista, asseverando que «quem não percebe a natureza própria do PS, quem não é capaz de assumir a história em toda a sua integralidade, não está em condições para liderar o partido».

Para António Costa, o líder do PS também «não pode responder à letra» ou gerar «ataques pessoais», referindo que «muitas vezes» teve que se fazer de «desentendido» e «não responder à letra».

«Mais importante que ganhar a 28 [de setembro], é unir o partido a 29 e conseguir representar todo o partido», sublinhou o candidato, referindo que «quem não é capaz de unir o seu partido, não é capaz de unir Portugal».

António Costa falava durante um jantar com simpatizantes e militantes no Pavilhão dos Olivais, em Coimbra, onde também discursaram o histórico socialista Manuel Alegre e o antigo reitor da Universidade de Coimbra, Rui Alarcão.