O líder do PS aproveitou mais uma vez para apontar o dedo ao Governo, considerando que o sistema de incentivos para os médicos "na prática não existe".

"Aqueles que se candidataram não obtiveram [incentivos]. É uma medida eleitoral que não sai do papel. Uma medida para eleitor ver".

Para acabar com o que classificou de uma "ameaça de desmembramento" do SNS e um "perigo" para futuro dos portugueses e para garantir cuidados de saúde ao nível primário, de modo a cada utente beneficiar de médico de família, Costa deu o exemplo do Interior e deixou a promessa:

"Reforçar a formação de especialistas, sem terem de se deslocar, comprometer a evolução da carreira no Interior. É essa a queixa deste centro. Temos um programa de incentivo à fixação para desenvolverem a carreira aqui, possibilidade de formação de especialidade"

Uma necessidade que colocou em pé de igualdade com a revisão das taxas moderadoras. 

Também prometeu mais enfermeiros. "O governo não tem permitido a contratação".

Para além disso, a maternidadesde Guarda, Castelo Branco e Covilhã são para manter.