Numa passagem rápida por Caxinas, menos de meia hora, António Costa subiu ao palanque para fazer um apelo ao voto. Mas foi na rua, por entre  abraços "ao povo", como lhe chamou, respondeu a um jornalista que o PS se bate pela maioria absoluta. 

Se ontem usou três adjetivos para pedir maioria sem, no entanto, usar o superlativo, hoje fê-lo, quando interpelado:

"Não não é para não haver variantes para qualquer adjetivo. Uma maioria clara, inequívova, maioritária. Uma maioria absoluta é o que o PS precisa, é o que o país precisa"

  Costa argumentou com a estabilidade e a paz e que, defendeu, isso só se consegue com um novo governo. 
Sobre a manchete do Expresso, que diz que o líder socialista não deixará passar um programa de governo da direita, no Parlamento, Costa fugiu à resposta, colocando como único cenário a vitória do seu partido.

"Vamos viabilizar o governo que vai existir, que é o governo do Partido Socialista"


Antes, num palco montado numa carrinha, aludiu ao slogan que também já circula pelos cartazes, nas ruas, ao dizer que "votar é decidir". Nesse apelo ao voto, disse que com o dele o país já conta. 

Ainda lhe perguntaram se não ia ao mercado, mas Costa respondeu que esteve lá no último ano e um membro da comitiva acrescentou: "Há uma agenda a cumprir".