"A construção da confiança não é uma questão de fé", declarou o líder socialista, vincando que o trabalho do PS assenta no "rigor e ambição contra a decadência nacional" face aos quatro anos de "retrocesso" da governação PSD/CDS-PP e a referida "alternativa de confiança não pode assentar em ilusões", mas antes numa "análise séria, realista, de qual é efetivamente a situação do país".







"O PS não se resigna com esta decadência, quer devolver confiança à sociedade, que passa por não iludir, mas também por construir uma alternativa assente em medidas testadas, avaliadas, em que nem prossigamos a trajetória de austeridade - como o novo corte pensões 600 milhões euros como propõe a coligação de direita -, nem nos lançarmos agora, por radicalismo ideológico, em novas aventuras, que não contribuiriam para resolver nenhum problema como os agravariam a prazo", continuou.