O ministro da Educação vai ser chamado ao Parlamento para esclarecer o calendário escolar do próximo ano letivo, que prevê que as aulas arranquem uma semana mais tarde do que o habitual.

O PCP vai entregar ainda esta terça-feira um agendamento potestativo para Nuno Crato ser ouvido sobre a abertura do ano letivo. O requerimento vai ser discutido na quarta-feira na Comissão de Educação, Ciência e Cultura.

Como é potestativo, obriga o governante a deslocar-se à Assembleia da República. A data da audição poderá ficar definida amanhã.

Também o Bloco de Esquerda já requereu "a audição urgente" do governante por causa do atraso do início do ano escolar 2015/2016.

As aulas vão começar não a 15, mas a 21 de setembro. Os alunos podem, assim,  “ganhar” mais uma semana de férias.

Recorde-se que ano de 2014/2015, o início das aulas - embora atribulado pela falta de professores em muitas escolas -, estava marcado para a semana de 11 a 15 de setembro. 

Em resposta à TVI24, o ministério da Educação justificou este adiamento por outros motivos, dizendo que o objetivo é  encontrar “um maior equilíbrio na duração dos três períodos letivos”.