O Tribunal de Instância Local do Funchal agendou, esta terça-feira, para dia o 19 de dezembro as alegações finais do processo movido por Gil Canha, ex-vereador da Câmara do Funchal, contra o presidente do governo regional da Madeira.

Durante a sessão, foi sugerido que a acusação poderia retirar a queixa contra Alberto João Jardim se este apresentasse um pedido de desculpas público.

A ação movida pelo ex-vereador e elemento do Partido da Nova Democracia (PND) reporta-se a incidentes num ato da campanha eleitoral de 2009, durante o qual Alberto João Jardim terá ordenado a jovens da Juventude Social-Democrata (JSD) que abrissem tarjas com frases contra o Gil Canha.

Nas tarjas lia-se que o ex-vereador da Câmara do Funchal era procurado pelas autoridades da Venezuela, situação que considera ter afetado a sua imagem, prejudicando-o também nos resultados eleitorais.

Gil Canha pede uma indemnização de 16 mil euros.

No decurso do processo, um elemento da JSD foi condenado, tendo o mesmo voltado hoje à sala de audiência para ser ouvido como testemunha.