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“Este governo grego não nasce da fantasia. Nasce de uma realidade bem mais dura do que aquela que conhecemos aqui. Pobreza, uma sociedade exausta, que para se reformar precisa de tempo, respirar e crescer. O melhor que podemos fazer à Grécia para que se reconstrua, cobre impostos e mate a corrupção é dar-lhe tempo. A Grécia pode significar só 2% do PIB europeu, mas o ralo também é só 2% da banheira e esgota a água toda”






“Até 2012 [última série conhecida], a pensão média na Grécia era de 1000 euros e em Portugal 675 €. A pensão média alemã são 1.000 e poucos euros. Não estamos a falar de valores extremamente baixos. Valores face ao que têm sido outros programas de ajustamento são perfeitamente razoáveis”.







“A Europa tem de escolher com quem quer falar da próxima vez, se é com Aurora Dourada, com os militares... Já se destruiu o sistema político grego”



“Não estou certo que o Syriza queira que a Grécia continue no euro. A proposta dos credores parece-me razoável nos termos em que está. Não vejo estar a atirar a Grécia para o abismo. Não vejo tão impossíveis consensos. A política é arte do possível”.




carregada ao colo pelo BCE