«Como se não bastasse a maioria parlamentar, o Governo e o Presidente da República, parece que querem o PS. A razão principal por que apoio Costa é porque ele saberá defender a autonomia estratégica do PS, ele resistirá aos cantos de sereia, ele não permitirá que o PS se transforme numa muleta da direita ou mesmo num terceiro partido da direita portuguesa».


SIGA O CONGRESSO DO PS AO MINUTO


«Não somos um PSD-, somos um PS+. É isso que António Costa fez em Lisboa e vai fazer no país. Essa é diferença de António Costa».


comparou mesmo o atual secretário-geral do PS a Mário Soares

«É o domínio da lógica neoliberal sobre a Europa, os Estados e a democracia. É a hegemonia do poder financeiro, que pretende libertar a economia da regulação do Estado e colocar o poder do mercado acima do poder do Estado. Hoje, a ameaça é o poder absoluto e incontrolado dos mercados, que tem o seu instrumento em Portugal que é o Governo, que tem também os seus empregados e capatazes da troika que vêm aqui impor a austeridade».


pede a maioria absoluta nas legislativas

«Não é fácil dialogar com partidos da esquerda que não querem fazer parte das soluções de poder. É impensável uma aliança com aquela direita que quase destruiu Portugal. A solução é lutar sem complexos por uma maioria absoluta, é mobilizar os portugueses, os movimentos, os descontentes e dar-lhes uma alternativa».



Referindo-se à detenção de José Sócrates

«Não era fácil, mas conseguimos. Essa é uma grande vitória política de António Costa. Aqueles que têm outra agenda, desiludam-se. Somos um partido livre e fraterno. Somos um partido que não muda fotografias, somos um partido sem medo. Não estamos ensombrados e não temos medo de fantasmas».


«Alguém devia dizer ao Presidente que Portugal é mais do que cavalos e mulheres bonitas»

«Deve merecer a reflexão um pacto europeu e nacional para a renegociação da dívida, para libertar o país do Tratado Orçamental, porque desta maneira nunca conseguiremos pagar nem a dívida, nem sair desta situação de recessão».