"Não serei candidato à Presidência da República nas próximas eleições. Tomei esta decisão, considerando os meus deveres enquanto Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e, também, as minhas responsabilidades profissionais", justifica Santana Lopes, invocando igualmente como relevante a importância de manter a disponibilidade para a sua família.


poderia ser candidato



"Acho que nenhuma das pessoas faladas nessa matéria deve ter nenhuma decisão tomada, de certeza absoluta. É muito difícil tomar decisões fora do tempo certo. Qual é o tempo certo? Isso depende de cada um. Mas decisão tomada não". 


"Por outro lado, a generalidade dos estudos de opinião, sendo lisonjeiros, não me coloca numa posição cimeira, o que diminui o meu dever", refere, no comunicado enviado à Lusa, acrescentando que sempre disse que "não correria por correr" e que apenas iria a votos se tivesse "fortes possibilidades" de vencer as presidenciais.