"Não faço a mínima ideia do que o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) quer dizer com isso, porque não concretizou, e não faço a mínima ideia do que quer dizer com pressões e chantagens em serviços públicos", disse hoje à agência Lusa o ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, em Mação, à margem de um seminário sobre a Reforma do Estado, Descentralização e Coesão Territorial.










"As CIM vão ter um poder que nunca tiveram", frisou.


"Não sei de onde vem essa ideia porque não há verbas pré-alocadas, e porque, por outro lado, os municípios vão passar a ter acesso a verbas que não tinham antes, até porque a ideia é que os municípios passem a ter um papel mais importante em domínios como a inclusão social, o combate ao abandono e insucesso escolar, e nas dinâmicas culturais e económicas", observou.

"Menos verbas há, isso sim, para a área do betão, porque as prioridades que temos para o país são outras, mas o exemplo de que existem mais verbas é na área da contratualização, ou seja, estratégias integradas que envolvem o apoio a um conjunto de projetos mais amplos e onde as verbas para as CIM sobem 20% neste quadro comunitário, face ao passado", concluiu.