"Uma das linhas distintivas entre nós e a coligação de direita é que nós acreditamos num Estado forte", pois, acrescentou, um Estado forte é aquele que garante a soberania, segurança, justiça, igualdade de oportunidades e também "aquele que empreende e que, empreendendo, ajuda a desenvolver o conjunto da economia de uma forma sustentável".


"Não é privatizar aquilo que se deve manter, é libertar-se daquilo que não faz falta", frisou, lamentando que o atual Governo tenha interrompido o programa "Simplex".




"Ainda assim não desistiu de prosseguir a sua fúria privatizada agora com a TAP, amanhã com as águas e depois de amanhã sabe-se lá com quê", argumentou.


"Mas, depois de ter sido três vezes ministro e oito anos presidente de câmara não tenho a menor das dúvidas de que o Governo ganhará muito em que eu possa hoje levar para o Governo a experiência que acumulei em oito anos de presidente de câmara", declarou.