«É absolutamente falso que possa existir qualquer possibilidade de subdelegação de poderes a entidades privadas», disse o governante, que falava durante a abertura de um seminário sobre os processos de descentralização em Educação, promovido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).


«Exigimos que eventuais poupanças sejam reinvestidas na Educação e não fiquem nas mãos dos municípios. O seu destino é cogerido pelos responsáveis dos agrupamentos», referiu, garantindo que «não há prémio financeiro para o município para a dispensa de docentes».








«É necessário refletir um pouco sobre aquilo que se conhece da história do sistema educativo em Portugal para saber que lições é que podemos retirar do que é que correu mal», sublinhou.