“Há uma necessidade de permanência num trabalho de cooperação profunda entre o Estado e as instituições, obviamente respeitando o papel de cada um”, afirmou Vieira da Silva, em Fátima, concelho de Ourém e distrito de Santarém, no final de uma cerimónia em que tomaram posse os novos corpos sociais da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).




“O Governo de que faço parte não prescindirá de trabalhar em conjunto com as instituições sociais, mas não se irá refugiar nas instituições para se demitir das suas próprias responsabilidades”, advertiu.