Ian Watkins declarou-se culpado pelos crimes sexuais que envolvem crianças, incluindo a violação de um bebé.

O músico de 36 anos respondia a 24 acusações relacionadas com pedofilia - entre elas duas acusações de violação de um bebé, uma acusação de intenção de violar uma criança, e uma acusação de intenção de abusar sexualmente de uma criança. Em tribunal, confrontado com o facto de o júri ter sido alertado para a possível visualização de imagens perturbadoras, Watkins assumiu 11 dos 24 crimes.

O cantor dos Lostprophets alegara que não se lembrava do que estar na situação que constava num vídeo chave, e no qual era possível ver uma criança de um ano a ser abusada, por estar sob o efeito de medicamentos no dia em questão.

Assim como a violação, a acusação admitiu que Watkings encorajou uma mulher a abusar de uma criança durante uma conversa por webcam. O cantor considerou-se ainda culpado pelas imagens de abuso sexual de crianças.

O procurador, Christopher Clee QC afirmou que o tribunal aceitou o pedido de Watkins, em parte, para poupar o júri do trauma de ver um filme explícito.



Clee classifica Watkins como um «pedófilo determinado e comprometido».

O tribunal afirma que ouviu uma conversa de uma mulher a oferecer ao cantor «pornografia infantil de verão» e que este respondeu «claro que sim bebé».

Duas mulheres, cujos nomes não podem ser divulgados por razões legais, estão acusadas ao lado de Watkins por crimes sexuais que envolvem crianças.

O tribunal ouviu que as duas mulheres abusaram dos seus filhos, uma menina e um menino, a mando de Watkins e preparavam-se para tornar as crianças sexualmente disponíveis para ele.

Watkins e as duas mulheres conhecem a sentença no próximo mês.