«Por um lado memorando de entendimento apontava para a privatização e por outro lado o Governo não tem dinheiro para meter; além de não querer, não tem dinheiro suficiente para evitar privatização». «Como tudo em que é político, [o texto] diz uma coisa e o seu contrário: o Governo compromete-se a ir mais além, através do rápido e total desinvestimento - leia-se, venda - nas ações do setor público na EDP e REN; tem-se esperança que condições de mercado permitam a venda destas duas companhias, assim como da TAP, pelo fim de 2011»






«O fundamental é garantir uma tranche, uma parte de capital do Estado e cláusulas de controlo, numa primeira fase, para que não houvesse privatização total, e só se avançar para resto da venda para depois das eleições»


Greve é escolha «desastrosa» 



«O Governo tem problema complicado, tem noção que se porventura não há cedência, fica entre a espada e a parede». Teria de avançar «para a requisição civil»




«parece confirmar-se» que o amigo Carlos Santos Silva «ficou muito rico» nos anos de governação do ex-primeiro-ministro

não poupou críticas tanto a Passos Coelho como a Paulo Portas