esta estratégia de “fazer-se de morta”

“Julho passou, agosto passou, estamos a duas semanas do frente-a-frente propriamente importante [entre a coligação PSD/CDS e PS] e nós percebemos efetivamente para onde é que vai o desempate. E já se percebeu qual é a estratégia da coligação [PSD/CDS]: fazer-se de morta até poder, para depois arrancar em força, e evitar fraturas internas. No partido socialista o grande desafio é: tomar iniciativa, evitando [também] fraturas internas”.


“A coligação conseguiu, com Passos Coelho de férias e Paulo Portas a presidir ao Conselho de Ministros, passar praticamente toda a semana sem tomar nenhuma iniciativa política, deixando ao PS ocupar a ribalta e depois comentando aquilo que aparece como deslize do PS. (…) A coligação agora decidiu duas coisas: primeiro, silenciar a questão da Segurança Social, e não percebo porque é que António Costa não insiste nisso. E segundo, não responder aos apelos de quantificação dizendo: “o que havia para dizer já foi dito a Bruxelas”. (…) Portanto, a coligação conseguiu passar incólume a esta semana, sem nenhuma iniciativa.”


“Maria de Belém apagou a rentrée de António Costa”




candidata a PR acabou por “apagar” a rentrée

“[A apresentação da candidatura de Maria de Belém] apagou a entrevista. Deixou de haver entrevista e passou a haver Maria de Belém. (…) A hora, porventura, não foi [intencional], mas o dia foi, e ficou apagada a rentrée de António Costa”.




Sampaio da Nóvoa fez-se de morto

“Sócrates é um incómodo para o PS”
 

esta situação é um “incómodo para o PS”


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"Esta situação não está a ser encarada pela Europa".