
João Pereira Coutinho comentou o «espírito paternalista» do Governo, criticando o interesse da Direção Geral de Saúde em «ir a casa de crianças com menos de quatro anos verificar a existência de situações potenciais perigosas para os menores».
Na sua opinião, a «DGS parece ser a ASAE das fraldas», embora tenha esclarecido que «os fiscais só entram em cena se as famílias pedirem».
«Há uma certeza: o Estado trata os adultos como crianças», frisou, no seu habitual comentário na TVI24.