“Se António Costa for para o Governo com o apoio do PCP e do Bloco, com o acordo deles, mas sem um acordo suficientemente sólido devidamente quantificado e com metas de cumprimento do défice, ele vai ser o principal trucidado disto porque, em poucos meses, isto descamba, em poucos meses estamos outra vez numa situação de crise orçamental, crise financeira, eleições e adivinhem qual é o partido mais penalizado no meio disto tudo…”, vaticinou Paulo Ferreira.


discurso que Cavaco Silvaindigitação de Passos Coelho




“António Costa deu sinais de que, mesmo com um mau acordo, que terá números, mas que pode depois não ser exequível na prática, prefere ir a novas eleições”, sublinhou.
 


“Porque as consequências políticas para o Partido Socialista de um acordo que não é sólido são terríveis”, afirmou a comentadora.



“Compreendo muito mal se, de repente, aquilo que aparecer for um acordo de brincadeira, com umas intenções generalistas de ‘vamos combater a desigualdade’ ou ‘vamos dar formação aos adultos’. Se isso acontecer, não me parece que Cavaco Silva tenha de facto legitimidade para colocar um Governo minoritário de António Costa contra a vontade maioritária dos portugueses que votaram, acima de tudo, em Pedro Passos Coelho. Aí acho genuinamente que há uma espécie de sequestro dos votos dos portugueses”, defendeu.