vantagem dada nas sondagens





“[Há 600 mil ao centro] que estavam disponíveis para aceitar uma proposta que fosse assim: ‘é uma proposta segura, certa, sem aventura, mas dando mais esperança e acelerando a reposição da situação dos portugueses. Segura na base do programa económico inicial.’ Esses 600 mil que estão hesitantes, uma parte pode deslocar-se outra vez para a coligação, ou fica abstencionista, se a mensagem que ouve é: ‘Nós chumbamos um Orçamento se ganhar a coligação’. (…) António Costa além de apelar ao voto à esquerda [tinha de apelar aos 600 mil] que fugiram a Passos Coelho e Portas.”


ajudou a coligação a subir

“Já Maria Luís [Albuquerque] tinha falado nisso, agora vieram mais números bons, [que] por uma feliz coincidência calharam na melhor altura da campanha eleitoral. (…) [Números vistos com cautela pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental], mas que [ajudam] a coligação PSD/CDS.”





O défice e a visão "otimista" de Passos Coelho






visão “otimista” desta “história”



primeira grande vitória