Constança Cunha e Sá considera que a aprovação da proposta de referendo à coadoção e adoção por casais do mesmo sexo «deixa marcas inacreditáveis no Parlamento».

Apelidando esta proposta de uma iniciativa de «um grupinho apoiado pelo líder do partido» [Passos Coelho], a comentadora lamentou o «espectáculo deprimente que deixa marcas na AR e na imagem dos partidos».

«Vimos um grupo parlamentar obrigado a votar contra a sua própria consciência pela primeira vez (...) Se um deputado não consegue representar a sua consciência, quem representa?», questionou.