projeções macroeconómicas apresentadas pelo Partido SocialistaTVI24

«Até aqui PSD e CDS têm criticado o PS por não apresentar propostas. No dia em que apresentaram as propostas, principalmente o PSD, precipitou-se a comentá-las sem sequer as ter lido. Isto diz muito de uma forma de fazer política. O PSD reage a quente sem ter lido as propostas e agora fala de eleitoralismo. No fundo, podemos dizer fala o roto ao nu: porque o Governo não tem feito outra coisa senão campanha eleitoral ao longo deste ano», começou por dizer a comentadora.


«Isto não é um regresso ao passado, isto é o que se passa, de facto, hoje. Porque Pedro Passos Coelho sempre defendeu que tinha mudado o perfil da economia portuguesa (um perfil não assente no consumo privado, mas nas exportações e no investimento, etc.) e a verdade é que o crescimento que Portugal tem tido nos últimos tempos, ténue e pouco sustentado, é exatamente assente é no consumo privado. Ou seja, não estamos a falar de nenhum regresso ao passado porque esse passado não mudou», explicou.


programa do PSD

plano do PS«Para mim, a maior surpresa do programa do PS, que me suscita mais interrogações do que propriamente certezas».

«Há muita coisa que eu ainda não entendo no programa, nomeadamente as projeções macroeconómicas: não entendo como é que se chega aquele crescimento em 2019, não entendo como é que o PS consegue descer mais de metade do desemprego até 2019, não entendo principalmente como é que, estando em causa a sustentabilidade da segurança social, (….) recupera uma medida muito criticada pelo PS quando foi apresentada pelo PSD, que é recuperar a TSU», rematou.