A subir: Pedro Santana Lopes



A descer: ministro da Educação Nuno Crato

“Quem desce é Nuno Crato, não por causa da não colocação dos professores hoje, (…) mas pelo financiamento de mais 650 turmas aos colégios privados. Numa altura em que desce o financiamento na escola pública, chegou-se a falar em cortes de 700 milhões de euros, (…) vemos um aumento do financiamento dos colégios privados.”