"Tem uma visão do país muito otimista, em termos abstratos: vai haver mais crescimento, mais emprego, menos défice, menos dívida. Tenta explicar isto através das maiores receitas das famílias, mas do ponto de vista das propostas não se compromete muito"

Com o IVA da restauração sim, mas já se sabia, fez notar a comentadora da TVI, e em relação ao IRS não foi tão longe.  "Compromete-se a não cortar reformas", mas foi "muito prudente em matéria de propostas".

Para Cunha e Sá, o candidato socialista a primeiro-ministro "tentou muito puxar ao voto útil" quando disse que quem quer a continuação da política atual vota na direita e quem não quer só pode votar no PS, "deixando de lado toda a esquerda", notou a jornalista.