Constança Cunha e Sá considera que a decisão do BCE de deixar de aceitar títulos de dívida pública grega nas suas operações de refinanciamento «tira tempo ao governo grego» nas negociações.

«Esta decisão não tinha que ser tomada agora. O BCE encosta a Grécia à parede, impõe uma decisão muito rápida quando os gregos pediam mais tempo e tudo é feito nas costas da Grécia e na véspera da reunião com o ministro das Finanças alemão e uma semana antes da reunião do Eurogrupo».