
Constança Cunha e Sá disse no seu habitual comentário na TVI24 que esta segunda-feira «apareceu um Vítor Gaspar que parecia quase o engenheiro Sócrates».
«Eu acho que o estilo do engenheiro Sócrates está a colar, primeiro foi com o Presidente da República agora com o Vítor Gaspar», disse a comentadora, assinalando que com o ministro das Finanças «as boas notícias sucedem-se».
«Não sei como é que ele vê estas condições tão positivas para o regresso aos mercados», questionou Constança Cunha e Sá. «Penso que é um otimismo desvairado pelas bandas do Governo», ironizou.
«Esse otimismo transforma-se num enorme pessimismo no que toca aos funcionários públicos, porque com este cenário radioso seria de esperar que os funcionários públicos viessem a receber seus os 13º e 14º mês em 2014», atirou.
«Se os dados que o ministro apresenta são verdadeiros, então pergunta-se porque é que não são distribuídos o 13º e o 14º mês em 2014?», frisou. «Considero inacreditável a forma como o Governo tem conduzido este processo».
«Primeiro foi a promessa que era um disparate, depois foi o lapso de que nos convenceu que era em 2012, 2013, e agora já vamos em 2018. Isto é uma vergonha», concluiu Constança Cunha e Sá.