“Com este movimento, Jerónimo de Sousa baralha completamente o jogo. Surpreendeu todos. Surpreendeu em primeiro lugar a coligação, alterou por completo as regras e aquilo que estava, de certa forma, planeado no diálogo político-partidário após as eleições. Ninguém estava à espera que o fizesse. Foi, de facto, um movimento único. Aliás, um pouco ao estilo daqueles que Álvaro Cunhal teve a capacidade de fazer em alguns momentos na história do PCP”, afirmou.