“O adiamento (…) é um falso adiamento por causa das eleições, na verdade já estará decidida nesta altura a não venda do Novo Banco, porque seria sempre vendido por um valor claramente inferior aos 4,9 mil milhões que o fundo de resolução, que é uma entidade pública, pôs no Novo Banco. (…) Sendo público, é necessário injetar cerca de 2 mil milhões de euros. (…) [Dinheiro] que o fundo de resolução vai ter de assumir endividando-se diretamente, ou recorrendo ao fundo, como a ministra reconheceu hoje pela primeira vez, ao tal cofre cheio – dinheiro que era para outras coisas [e cujos juros] vão cair a nós contribuintes.”