A Alpine chega a Portugal, num espaço único e exclusivo localizado em Lisboa, que ostenta todo o ADN da marca automóvel de Dieppe . 

O prodigioso e “viciante” desportivo A110 faz as “honras da casa” e já está à venda, prometendo incansáveis momentos de prazer de condução para quem não sabe viver sem paixão!  

Quando, a 25 de junho de 1955, o jovem de 33 anos, Jean Rédélé criou a “Société des Automobiles Alpine”, estava longe de pensar quão bem-sucedida seria a aventura de criar automóveis desportivos, também com fortes ligações ao mundo da competição automóvel. 

Passados mais de 60 anos, o legado da Alpine mantém-se vivo, e é nessa vivaz e dinâmica atmosfera que a marca chega a Portugal.  

No portfólio da marca, o modelo Alpine A110, um coupé com acentuado carácter desportivo, que conheceu a luz do dia no Salão de Genebra de 2017, e que, desde então, tem espalhado charme e desejo. Os motivos? São por demais conhecidos: arrebatador design e incríveis performances, mas também a inequívoca assunção dos genes da histórica Berlinette A110 dos anos 70, um dos símbolos da indústria automóvel.

Com um chassis e carroçaria de alumínio simultaneamente rígidos e leves, linhas de design fluídas, apuradamente aerodinâmicas e profundamente sensoriais e um motor “musculado” de quatro cilindros e 1.8 litros de cilindrada, sobrealimentado por turbocompressor, capaz de debitar 252 cavalos, é outra parte da equação “emocional”, que tem, também, no peso-pluma de 1080 quilos do conjunto, mais um argumento de exceção.

À fantástica relação peso/potência de 4,3 kg/cv, junta-se uma distribuição de peso quase equitativa (56% atrás e 44% à frente), capaz de conferir ao A110 um comportamento dinâmico tão preciso quanto divertido, sem prejuízo das performances puras, que fazem com que o modelo atinja os 250 km/h de velocidade máxima (limitada eletronicamente) e cumpra a famosa marca dos 0-100 km/h nuns escassos 4,5 segundos.  

Para se colocar na lista de compradores do Alpine vai ter de despender 66 mil euros.

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