Promovida pela Nissan na sequência de um desafio lançado pelo Turismo do Centro de Portugal, a iniciativa LEAF4Trees conta com a parceria do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Em conjunto as três entidades preveem plantar cerca de 180.000 árvores na Mata Nacional do Pinhal de Leiria.

O protocolo entre a Nissan Portugal e o ICNF foi agora assinado, em Lisboa, contando com o apoio da Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural.

Pelo simples facto de circularem nas estradas nacionais, todos os proprietários de veículos elétricos Nissan LEAF e e-NV200 estarão a dar o seu contributo para a reflorestação daquela área, já que o número total de árvores a plantar será apurado com base no CO2 total poupado pelos seus automóveis de Zero Emissões entre 1 de abril de 2017 e 30 de junho de 2018.

«O programa LEAF4Trees é um exemplo de como a mobilidade inteligente da Nissan levará a nossa liderança e experiência na mobilidade elétrica para o próximo nível, contribuindo para criar um Ecossistema Elétrico que muda profundamente a forma como conduzimos e como vivemos, tornando a vida de todos mais sustentável e emocionante», salienta Antonio Melica, Diretor Geral da Nissan em Portugal.

Na perspetiva do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, “o projeto LEAF4Trees é uma iniciativa duplamente positiva, uma vez que, para além de contribuir para promover a diminuição da emissão de gases com efeito de estufa, apoiando a plantação de novas árvores, contribui igualmente para aumentar a fixação de carbono com impacto positivo na mitigação das alterações climáticas”.

Para o Secretário de Estado, o envolvimento de empresas de outros setores na promoção e desenvolvimento da floresta é “um importante sinal do seu empenhamento em termos de responsabilidade ambiental e social e uma forma positiva de olhar para a floresta. Importa que todos saibam olhar para a floresta enquanto componente relevante da economia nacional, mobilizando recursos financeiros e estabelecendo uma nova relação com a produção florestal”, sublinhou ainda Miguel Freitas.