Um guarda-costas de Prince falou à imprensa. Ainda nenhum familiar ou amigo de Prince tinha falado, desde a morte do cantor. Chris Gaither acompanhou o cantor diariamente, durante os últimos meses. Recorda-o com emoção e nega qualquer envolvimento com drogas.

Eu fui o guarda-costas de Prince até ao dia em que ele morreu", disse Chris Gaither, em declarações à CNN, durante uma cerimónia em memória do cantor, no Minnesota.

O guarda-costas do cantor, que é conhecido por 'Romeo', foi dos últimos a abandonar a cerimónia privada e relembra o cantor de forma emocionada.

Foi muito bonita, perfeita para alguém como o Prince. Conseguimos relembrar a memória, a presença dele e tudo  que ele fez pelo mundo e para as próximas gerações”, disse Gaither.

Quando questionado acerca das alegadas drogas e analgésicos que o cantor consumia, o guarda-costas mudou de tom e disse que queria esclarecer “todas as mentiras” que se têm dito. Gaither nega qualquer envolvimento de Prince com drogas.

Eu acompanhei a rotina diária de Prince. Estive com ele em digressão durante meses. Por isso, se ele tivesse algum vício eu saberia. É algo que se nota”, afirma o guarda-costas.

Gaither teve conhecimento da morte de Prince através de uma chamada telefónica, poucos minutos antes de os jornais de todo o mundo começarem a dissipar a informação.

Parei imediatamente aquilo que estava a fazer. Não consegui voltar a concentrar-me depois de ter conhecimento da notícia”, explica o guarda-costas.

Gaither não considera que Prince fizesse um “mau uso” da medicação que tomava, mas deu a entender que os médicos faziam visitas com regularidade a casa do cantor.

Ele pode ter tido algum problema e teve que ir ao médico, que lhe prescreveu alguma medicação, mas não acredito que ele tivesse abusado de alguma coisa. Quando se trata de saúde, ele era uma pessoa responsável”, explica.

 

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O resultados da autópsia e do exame de toxicologia ainda não são conhecidos e, para já, é desconhecida a causa oficial da morte de Prince.