A chuva ameaçou estragar os planos dos festivaleiros que esta quinta-feira rumaram ao Parque da Cidade do Porto, mas a verdade é que, pouco antes de as portas do recinto abrirem, o tempo melhorou e não mais voltou a chover.

Fogo Fogo foram os responsáveis de dar as boas-vindas aos festivaleiros, eles que têm música nova para oferecer: não foi nem há uma semana que lançaram o EP "Nha Cutelo". A sua missão, disse-o o vocalista David Pessoa, era serem um raio de sol neste NOS Primavera Sound e eles bem que se esforçaram para consegui-lo.

Estava dado o "pontapé de saída" para o NOS Primavera Sound que, no dia anterior, já tinha dado as boas-vindas aos festivaleiros e à cidade do Porto com um concerto de Fatboy Slim em plenos Aliados.

No palco principal, a abertura ficou a cargo dos norte-americanos Waxahatchee, enquanto chegavam mais e mais festivaleiros ao Parque da Cidade.

Mais tarde, enquanto Moullinex, acompanhado pela sua banda e vários convidados, encerrava o palco Super Bock, Tyler, the Creator punha o palco SEAT a dançar.

Lorde entrou em palco pouco depois das 22 horas. A jovem neozelandesa encheu o palco e contagiou o público com toda a energia que trouxe do outro hemisfério.

A cantora de apenas 21 anos trouxe o último trabalho, Melodrama, lançado em 2017, mas não esqueceu os já "clássicos" de Pure Heroine, álbum que a lançou para a fama há já cinco anos. Tennis Court, Buzzcut Season, Royals e Team foram temas que a Lorde dividiu com a plateia.

A fechar a programação do palco principal deste primeiro dia, Jamie xx tomou os comandos e transformou o palco principal do NOS Primavera Sound numa enorme pista de dança ao ar livre.

A noite prosseguiu no palco Primavera Bits, dedicado à música eletrónica e apenas para os mais resistentes, que aguentaram até às 4h30 da manhã, altura em que o recinto encerrou... mas por poucas horas. Mais logo há mais!