Um júri da Califórnia rejeitou na quarta-feira uma ação judicial interposta pela família de Michael Jackson a queixar-se de graves prejuízos em resultado da contratação pela promotora AEG Live do médico do cantor falecido em 2009, escreve a agência Lusa.

As 12 pessoas que compunham o painel de jurados concordaram que a AEG Live contratou Conrad Murray, mas consideraram que este não era incapaz ou incompetente para o trabalho, que era um dos argumentos da família Jackson.

O júri deliberou três dias depois de um julgamento de cinco meses, em que a família do cantor alegava que a AEG Live fora negligente na contratação de Murray e na supervisão do seu trabalho.

O veredicto demorou apenas alguns minutos a ser lido no tribunal de Los Angeles.

Jackson morreu a 25 de junho de 2009 com uma overdose de um anestésico administrado pelo médico Conrad Murray na sua mansão alugada em Los Angeles, onde ensaiava para os espetáculos na 02 Arena de Londres.

Murray, um cardiologista nascido em Granada, foi condenado por homicídio involuntário num julgamento criminal em 2011 por fornecer a droga à estrela pop - que sofria de insónia crónica - para o ajudar a dormir. Foi preso por quatro anos.