Cerca de um mês após a operação cirúrgica para remover o apêndice, Elton John regressou aos palcos, na segunda-feira, numa cerimónia de homenagem ao músico britânico.

O cantor e compositor de 66 anos recebeu o novo Brits Icon Award, atribuído pela primeira vez pela associação fonográfica do Reino Unido (BPI) para distinguir artistas musicais britânicos musicais de excelência.

Segundo a BBC News, o galardão foi entregue por Rod Stewart, amigo de longa data de Elton John, que em jeito de brincadeira o anunciou como «o segundo melhor cantor de rock de sempre».

Stewart viria mais tarde a juntar-se a Elton John para o dueto em «Sad Songs (Say So Much)», a canção que fechou uma noite que incluiu outros êxitos como «Tiny Dancer», «Home Again» e «Rocket Man».

Gary Barlow, dos Take That, James Blunt, e a modelo e atriz Liz Hurley foram algumas das celebridades que não faltaram a uma gala que contou ainda com as intervenções, através de vídeos previamente gravados, do ex-presidente norte-americano Bill Clinton, e do ex-Beatle Ringo Starr.

Durante a cerimónia, Elton John assegurou que quer voltar o mais cedo possível às digressões, depois de ter sido obrigado a cancelar vários concertos para a cirurgia de emergência para tratar de uma apendicite.

«Foi um verão e pêras! Ainda bem que me livrei do apêndice - era uma coisa muito chata», afirmou, citado pela BBC.

Ao longo de meio século de carreira, Elton John vendeu mais de 250 milhões de discos em todo o mundo. A versão de «Candle In The Wind», gravada em 1997 em memória da Princesa Diana de Gales, continua a ser hoje em dia o single mais bem sucedido de sempre, com vendas superiores a 33 milhões de unidades.

No concerto de segunda-feira, o músico aproveitou ainda para lançar um olhar sobre o seu futuro, apresentado a nova canção, «Mexican Vacation (Kids In The Candlelight)».