"Vivemos num tempo muito absurdo em que a rapidez com que nós encaramos a forma de nos relacionarmos, e a forma superficial com que nos olhamos uns aos outros, tornou-se insuportável. Porque não me atrai a ideia de estar ligado a outras pessoas de formas tão superficiais", lamentou David Fonseca.






"O disco não é muito de 'easy listening', não fala sobre as relações humanas de uma forma muito cândida; não entro no 'mainstream' com um disco destes, a falar sobre um amor maravilhoso. É tudo ao contrário", descreveu.