O primeiro ministro, António Costa, foi sexta-feira uma surpresa inesperada no festival Vilar de Mouros, durante a atuação dos portugueses GNR, banda que considerou ser "sempre boa ao vivo", num evento que “complementa a oferta turística da região”.

O chefe do Governo admitiu que esta foi a primeira vez que esteve no Vilar de Mouros, mas garantiu que depois do concerto da banda de Rui Reininho se iria embora, ressalvando que esta foi “uma excelente forma de terminar o dia”, apesar de ainda “faltar o jantar”.

Estes grandes festivais, o Paredes de Coura e o Vilar de Mouros, são dos mais antigos de toda a Península Ibérica e têm renascido. É interessante, chamam muitas pessoas para esta região e são um bom complemento à oferta turística que esta região já tem”, indicou.

Acompanhado da esposa e do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, António Costa confessou que sempre teve “curiosidade” em estar presente num festival que admira, tal como as bandas que por ali passaram, “desde os anos 70 até hoje”.

Foi uma boa coincidência. Como amanhã [sábado] tinha de estar em Caminha [na ‘reentré’ política do Partido Socialista], hoje aproveitei e em vez de ir a Viana do Castelo, vim a Vilar de Mouros. Se o programa continuar bom, espero que seja a primeira vez e venha cá nos próximos quatro anos”, referiu.