o músico afirmou que não contava que «tão grandes e sonantes nomes aderissem»

«Quando liguei para o Rui [Veloso], quando o convidei, disse-me logo: ‘até que, enfim, que me convidas para trabalhar contigo, é uma honra’. O Pedro Abrunhosa foi uma sugestão do meu agente, o Nuno Sampaio, que me disse que ele admirava o meu trabalho e que aceitaria o convite, e de facto assim foi», contou.


«Sinceramente nunca pensei que tivesse todos estes artistas, e com a facilidade que foi, o terem aceitado e muitos deles frisando que era uma honra, que conheciam o meu trabalho, que a gente nunca tem essa ideia que os outros conhecem o nosso trabalho», afirmou o músico que se afirmou «muito contente» com o resultado final.








«A guitarra portuguesa era apenas vista como um instrumento ligado ao fado, e havia que a levar a respirar outras sonoridades, e é o que tem acontecido e fico muito contente. Claro que o fado é indissociável da guitarra portuguesa, não é fado sem ela, mas há outras possibilidades, e atualmente há muita gente nova a tocar bem a experimentar, o que é importante para o crescimento do instrumento», disse.