O baterista da banda Ac/DC, declarou-se inocente de ter feito ameaças de morte e posse de droga.
Desta vez, o músico foi dispensado de comparecer no tribunal, na Nova Zelândia, cabendo ao advogado a apresentação da defesa no Tribunal de Tauranga.

Em Novembro, as autoridades neo-zelandesas já tinha deixado cair algums das acusações. A   acusação de envolvimento numa conspiração de homicídio foi retirada, depois de o músico ter sido presente a tribunal. 


As autoridades neozelandesas confirmaram a insuficiência de provas, para seguir com o caso.

A polícia tinha apresentado uma série de acusações contra o músico, incluindo tentativa de «procurar» um assassino e ameaças de morte, bem como pela posse de droga, em concreto, de metanfetamina e cannabis. 

Phil Rudd, de 60 anos, está em liberdade depois de ter pago uma caução. O caso continua em fevereiro de 2015.
Durante a leitura da acusação, o procurador público omitiu os nomes das vítimas e das testemunhas, mas o tribunal deliberou que, face ao interesse público que o caso acarreta, deve ser divulgado um sumário da acusação, segundo o neo-zelandês «Stuff».

Expulso dos AC/DC em 1983, o australiano foi reinserido na banda em 1994. No entanto, numa foto oficial da banda divulgada em outubro, Phil Rudd não aparece, como acrescenta a BBC.