acusação de envolvimento numa conspiração de assassínio, imputada ao baterista do grupo de rock AC/DC, Phil Rudd,foi retirada esta sexta-feira, depois de o músico ter sido presente a tribunal.

As autoridades neozelandesas confirmaram a insuficiência de provas, para seguir com o caso. O advogado do músico, Paul Mabey, defendeu, em comunicado, que a acusação nunca deveria ter sido feita e que a polícia nem sequer consultou os advogados de acusação, cita a Lusa.

A polícia tinha apresentado uma série de acusações contra o músico, de 60 anos, incluindo tentativa de «procurar» um assassino e ameaças de morte, bem como pela posse de droga, em concreto, de metanfetamina e cannabis.

Isto depois de ter realizado uma rusga à sua casa, em Tauranga, na Ilha Norte da Nova Zelândia, segundo a televisão TVNZ.