A Ford vai ter automóveis sem condutor disponíveis para serviços de partilha de veículos (‘ride-sharing’) até 2021.

Objetivo vai ser conseguido reforçando os investimentos em tecnologia e duplicando a equipa que está a trabalhar no departamento de carros autónomos em Silicon Valley.

<strong>“Acreditamos que os veículos autónomos vão ter um impacto tão significativo na sociedade como a linha de montagem da Ford teve há 100 anos”</strong>, disse o presidente da empresa Mark Fields.

<strong>“Estamos empenhados em pôr na estrada um veículo autónomo que possa melhorar a segurança e resolver os desafios sociais e ambientais de milhões de pessoas e não apenas os que podem pagar veículos de luxo"</strong>, acrescentou.

Como parte desta missão, a Ford associou-se à gigante chinesa da Internet Baidu para injetar 150 milhões de dólares (125 milhões de euros) na Velodyne, uma empresa norte-americana especializada em sensores de carros sem condutor.

A Baidu, que investiu no serviço de transporte privado Uber, adiantou num comunicado que estava a testar uma frota de veículos autónomos na China e pretende promover o uso seguro desta tecnologia a uma escala global.

<strong>O primeiro veículo totalmente autónomo da Ford não vai ter volante, pedal do acelerador ou pedal do travão</strong>, de acordo com o fabricante. O automóvel está a ser desenhado para serviços de partilha de veículos, como a Uber.

A Ford tenciona triplicar a sua frota de teste de veículos autónomos este ano, colocando nas estradas dos estados norte-americanos do Arizona, Califórnia e Michigan cerca de 30 Ford Fusion Hybrid.