A Mercedes evocou as bodas de prata de um clássico da marca que há 50 anos nasceu para juntar o luxo com um desempenho desportivo ao mais alto nível para os dias de então (e para vários ainda nos dias de hoje…).

O Mercedes-Benz 300 SEL 6.3 foi apresentado no Salão de Genebra de 1968 trazendo consigo um leque extenso de equipamento de série a juntar ao conforto desta grande «sedan» e, em complemento do espaçoso interior luxuoso, um motor de 6.3 litros V8 com 250 cv de potência que o colocava a 100 km/h em 6.5 segundos – para uma velocidade máxima de 220 km/h.

A Mercedes recorda com orgulho os comentários da comunicação social surpreendida por um carro deste em 1968:

“Este modelo provavelmente não tem rival na sua combinação de conforto máximo e performance extraordinária. Vai o encontro dos desejos dos clientes que esperam uma potência e um desempenho acima da média.”

Por fora, este 300 SEL não difere dos outros modelos da série para além do «6.3» na traseira designativo da sua «condição especial» ou dos faróis de nevoeiro à frente. Mas além dos faróis de halogéneo topo de gama na época, da transmissão automática ou da suspensão pneumática, contributos para rodar com conforto e silêncio, a capacidade para percorrer um quilómetro em 27.1 eram uma marca inigualável pelos seus pares mais modestos.

Idealizado pelo engenheiro de testes da fabricante germânica na década de 1960 Erich Waxenberger, o Mercedes-Benz 300 SEL 6.3 foi produzido até 1972 num total de 6.526 unidades. Nos dias de hoje, um exemplar em bom estado de conservação pode custar para cima dos 80 mil euros.