O DB11 é apenas “a ponta do iceberg”. A Aston Martin tem planos ambiciosos para os próximos anos, com o lançamento de sete modelos em sete anos. O primeiro é o DB11, previsto para o final deste ano. Seguir-se-ão os novos Vantage (2017) e Vanquish (2019). Mas a ofensiva de produto não se fica por aqui.

“Aquilo a que chamámos o nosso ‘Second Century Plan’ [Plano para o Segundo Século] começa precisamente com o DB11. É, por isso, um produto muito, muito importante para nós, uma vez que vem estabelecer a cadência e a plataforma que estarão na base da regeneração dos nossos desportivos, assim como do futuro crossover DBX”, explica o diretor criativo da Aston Martin, Marek Reichman em declarações à “CarAdvice”.

O responsável adianta que o DB11 tem por missão “substituir o icónico DB9”, sendo também um carro “concebido do zero e que conta com um V12 genuinamente Aston Martin, além de uma plataforma e carroçaria totalmente novas”.

O DB11 é também o primeiro de uma série de sete modelos que a marca pretende lançar nos próximos sete anos.

“O novo plano passa por introduzir novos modelos de uma forma regular”, explica Reichman, acrescentando que “começa com o DB11, passando logo de seguida para o sucessor do Vantage e derivativos, como o Volante ou o Roadster”. Posteriormente, será a vez do Vanquish e, depois, do novo DBX.

“A partir daí, serão as vendas a impulsionarem-nos a avançar para os dois próximos modelos Lagonda – uma berlina e um SUV”, conclui.

Estão também previstos projetos especiais, como foi o caso das 100 unidades GT12 ou dos 150 GT8 – “todos vendidos a preços de 392 mil e 190 mil euros”, respetivamente. É o caso do AM-RB, desenvolvido em colaboração com Adrian Newey e a Red Bull. “Cada uma das mais de 150 unidades será comercializada por valores entre 2,3 e 3,5 milhões de euros”, lembra este responsável, adiantando que já há “mais de 400 clientes inscritos para comprar um AM-RB 001”.