Ponto prévio: o Trezor não é mais que um exercício de estilo, ou seja, não será produzido. Estas são as más notícias. As boas é que dá pistas de como serão os próximos modelos da Renault.

O estudo, que promete causar sensação no Salão de Paris, onde será apresentado pela primeira vez, utiliza tecnologia da Fórmula E, a Fórmula E elétrica, nomeadamente motor e sistema de recuperação de energia.

E os números não desiludem. Muito pelo contrário. O motor elétrico debita algo como 350 cv e 380 Nm, garantindo uma aceleração de 0 a 100 km/h em menos de quatro segundos. A autonomia ainda não foi divulgada.

Com tração às rodas traseiras, o Trezor utiliza duas baterias independentes (uma colocada na parte dianteira e outra atrás, cada uma com um circuito de refrigeração independente). Existe uma entrada de ar ativa de formato hexagonal no capot.

O sistema Multi-Sense do Trezor conta com um sistema de condução autónoma e o tejadilho abre como uma tampa de uma caixa de jóias (a origem do nome Trezor?). No interior destaque para a tonalidade em vermelho e um painel de instrumentos em madeira.