É mais caro que o Bugatti Chiron e nem sequer é mais rápido, a acelerar, ou em velocidade máxima. Mas o Icona Vulcano (não é erro, é mesmo assim…) distingue-se por outro detalhe: é o primeiro carro construído em titânio.

O bólide custa algo como 2,5 milhões de euros (antes de impostos), o que o coloca acima de máquinas como o Chiron, McLaren P1 GTR ou mesmo o Lamborghini Centenario. Mas não se pode esperar outra coisa de uma máquina que precisa de mais de 10 mil horas de trabalho manual (416 dias a trabalhar 24h por dia). Tudo porque é feito em titânio. 

Ainda assim, o Vulcano é capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em 2,8 segundos e precisa de menos de 9 segundos para atingir os 200 km/h. A velocidade máxima é de 350 km/h.

O motor escolhido é o mesmo do Corvette ZR1, ou seja, um V8 sobrealimentado de 6,2 litros com 670cv e 840 Nm de binário máximo, mas que pode chegar aos 1000cv se o cliente assim o desejar.

A Icona garante que em Nurburgring será capaz de completar uma volta em 7 minutos e 20 segundos. A confirmar-se bateria os tempos do próprio Corvette ZR1 e aproximar-se-ia dos do Nissan GT-R.

“O maior desafio que enfrentamos foi de criar o equilíbrio perfeito entre poder e beleza”, explicou o diretor de design do Icona Vulcano, Samuel Chuffart. “Se perdermos tempo com as características típicas de um supercarro como grandes entradas de ar e asas, por exemplo, pode ficar menos bonito do que se pretende.”

No interior, abundam materiais como o couro e o carbono. O volante parece ter saído diretamente de um Ferrari 458, com um estilo muito semelhante, mas com um ‘Manettino” dotado de menos recursos. Possui ainda um visor TFT com várias funções.