Há mais de 50 milhões de refugiados em todo o mundo.

É um balanço que consta de um relatório da Amnistia Internacional.

A Amnistia acusa os líderes mundiais de um vergonhoso falhanço na crise dos refugiados. São agora mais do que os que existiam durante a segunda guerra mundial.
 
Num relatório, contundente, a Amnistia culpa os dirigentes a nível global, sem exceções, de negligência face à miséria da pior crise de refugiados da história.
 
Neste documento pode ler-se que milhões de crianças, mulheres e homens lutam para sobreviver a guerras brutais perante a passividade da comunidade internacional.
 
São refugiados que fogem de conflitos armados, que têm que lidar com traficantes de seres humanos e que chegam a outros países que não demonstram o mínimo de compaixão humana.
 
São palavras da Amnistia Internacional que conclui que milhões de refugiados são condenados a uma existência insuportável, salvo raras exceções.