A bolsa de Lisboa acabou o dia a perder 0,01% para 5.649,00 pontos, depois de ter chegado a cair mais de 1%.
 
Entre as maiores subidas estiveram dois bancos: o Banif, que trepou 2,94% para 0,7 cêntimos, e o BPI, que ganhou 2,79% para 1,364 euros.
 
O BCP acabou como começou, nos 8,46 cêntimos por ação, no dia em que terminava a oferta de troca de dívida. Ao que tudo indica, o banco  liderado por Nuno Amado terá conseguido mais ofertas do que o estimado, o que deverá permitir a emissão de novas ações num valor superior a 400 milhões de euros.
 
No verde, destaque ainda para o setor da energia, onde a Galp subiu 0,53% para 10,45 euros, mas a EDP também subiu 0,24% para 3,354 euros e a EDP Renováveis fechou em alta de 0,58% para 6,434 euros.
 
Do lado dos ganhos merece ainda referência a Sonae, em alta de 1,84% para 1,164 euros. A Jerónimo Martins, no mesmo setor do retalho, caiu 1,29% para 11,905 euros.
 

PHarol chegou a valer menos de 400 milhões em bolsa


Mas o destaque negativo da sessão vai para o setor das comunicações, onde a PHarol manteve a forte tendência de queda. As ações da empresa que sucede à PT SGPS chegaram a cair mais de 6%, colocando a capitalização bolsista abaixo dos 400 milhões de euros. No final da sessão, os títulos caíram menos: 3,37% para 43 cêntimos.
 
Por isso, acabou por ser a PT (Portugal) a liderar as quedas, perdendo 3,43% para 47,8 cêntimos.
 
A NOS também deslizou 1,74% par 6,534 euros.
 
No resto da Europa, só a vizinha Espanha fechou no verde, a ganhar 0,19%. A tensão em torno da Grécia, com os credores a recusarem as propostas feitas por Atenas na tentativa de chegar a um acordo, acabou por deprimir os investidores. Paris perdeu 0,15%, Milão 0,51%, Londres 0,53% e Frankfurt 0,58%.
 
Nos EUA, a tarde está a ser de divisão: o Nasdaq desce 0,21%, ao passo que o Dow Jones sobe 0,15%.