«Não aceito qualquer passividade, não aceito que se pense que a mudança de um ciclo político da Madeira seja o fim da história. Ela ainda mal começou, porque nós, madeirenses, não deixamos de exigir que seja feita justiça ao esforço que demos à pátria comum durante seis séculos», afirmou, no discurso, avisando que agora «a língua [poderá] estar ainda mais solta» para dizer o que não podia enquanto presidente.




Questionado pelos jornalistas sobre a possibilidade de se afastar da política, respondeu com prontidão: Isso nunca. Sou um cidadão que vai participar na vida política, agora com o estatuto de simples cidadão, mas muito mais livre para dizer aquilo que tive de conter».






 É «fundamental» que Miguel Albuquerque tenha maioria absoluta 

«Para mim é fundamental que o Albuquerque ganhe e com maioria absoluta. E porquê? Porque toda esta transição resultou de prazos que fui eu que defini e resultou de momentos que fui eu que defini», afirmou, garantindo o seu voto no candidato do PSD e esperando ouvir que com a sua metodologia «correu tudo bem e acabou tudo em maioria absoluta».


«A casamentos e batizados só se vai quando se é convidado. Ninguém me convidou para a campanha, mas eu também lhe dei a saber que não estava cá», comentou, referindo-se ao candidato social-democrata às legislativas e seu sucessor na liderança do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque. Foi, aliás, na sequência dessa substituição que Jardim pediu a exoneração.










o PS (que lidera uma coligação com o PTP, o MPT e o PAN) e o CDS estão numa «situação de maridos enganados»,