Com a chegada do verão, as pessoas que sofrem com a Febre dos Fenos passam a ter de contar com os incómodos do constante nariz a pingar, das dores de cabeça ou dos frequentes espirros desta alergia ao pólen de algumas plantas.

Muitas delas são condutoras. E, se quando vai para o volante também poderá fazer algo para lidar com esta situação a partir logo de dentro do seu veículo, há outras precauções a tomar para além dos cuidados de saúde necessários por quem é afetado pela rinite alérgica.

A IAM RoadSmart – associação britânica para a segurança na estada – dá assim alguns conselhos não só para tentar minimizar os efeitos alérgicos como para evitar reações indesejadas ao volante. E, como a Febre dos Fenos não escolhe nacionalidades, aqui ficam os conselhos para todos:

-garantir que o veículo está limpo e sem pó e que o funcionamento do ar condicionado ou da ventilação é benéfico na reciclagem do ar (mudando também o filtro do polén com regularidade);

-quem não estiver diagnosticado com Febre dos Fenos e tiver os sintomas, consulte o seu médico o mais rapidamente possível, pois o que pode ser pensado como uma constipação pode ser fator de bem maior distração;

-os medicamentos sem receita médica podem ajudar com o corrimento do nariz e os espirros, mas podem também interferir com a visão e provocar sonolência e o melhor é falar sempre com o seu médico;

-o seu médico pode aconselhar-lhe anti-histamínicos, mas é preciso garantir que toma os que não provocam sonolência, não deixando de ler a bula ou perguntar ao farmacêutico se forem necessários mais conselhos;

-se precisar de ir a algum lado, mas não se sentir o suficientemente bem para conduzir, então veja se alguém que conhece pode guiar na sua vez, na ida e na volta; o principal é mesmo não se meter ao volante sozinho sonolento e/ou constantemente a espirrar.