Notícia atualizada

A Casa Branca declarou na sexta-feira que os EUA estão em «guerra» contra o Estado Islâmico (EI), uma atualização depois de uma flutuação semântica sobre a estratégia anunciada na quarta-feira pelo Presidente Barack Obama.

O secretário de Estado, John Kerry, que está em viagem no Médio Oriente para reunir uma coligação o mais ampla possível contra o EI, tinha sido reticente em utilizar o termo «guerra» para qualificar o alargamento da operação militar norte-americana contra o EI no Iraque e na Síria.

Mas, na sexta-feira, o Pentágono e a Casa Branca deixaram poucas dúvidas sobre a sua forma de ver o conflito.

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, mostrou-se confiante na criação da coligação entre os Estados árabes, países europeus e os Estados Unidos para o combate contra os extremistas do Estado Islâmico.

«Acredito que vai haver uma coligação entre nações árabes, países europeus, os Estados Unidos e outros, contribuindo cada um de forma diferente para corresponder à estratégia do presidente de Barack Obama para afetar e destruir» os extremistas do Estado Islâmico, disse Kerry, em conferência de imprensa, em Ancara, na Turquia.

Entre outras medidas, a estratégia apresentada pelo presidente dos Estados Unidos pretende combater o grupo extremista Estado Islâmico que atua na Síria e no norte do Iraque, onde controla várias províncias e pontos estratégicos no norte do país.

Tanto Alemanha como Reino Unido demarcam-se das intenções de Obama. Rui Machete afirmou que não sabia ainda se Portugal ia participar nessa força, mas que apoiava a missão.