A luta contra o vírus do Ébola terá um reforço de 140 milhões de euros, viabilizados pela Comissão Europeia.

O apoio de Bruxelas reverte a favor de países africanos afetados: Guiné Conacri, Serra Leoa, Libéria e Nigéria.

Para os governos são canalizados 38 milhões de euros, com o objetivo de melhorarem os seus serviços de saúde durante a crise do vírus, bem como na fase de recuperação, indicam a Reuters e a Lusa.

Outros cinco milhões irão custear o fornecimento de laboratórios móveis para a deteção do ébola e a formação dos profissionais de saúde.